Síndrome metabólica: tudo o que você precisa saber
Já ouviu falar em síndrome metabólica?
Composta por um conjunto de distúrbios que ocorrem em nosso metabolismo, a síndrome metabólica precisa ser olhada e tratada com atenção, ética, profissionalismo e o principal: respeito ao caso de cada paciente.
Quer saber mais sobre ela e como pode ser tratada?
É só continuar a leitura no post de hoje!
O que é a síndrome metabólica
A síndrome metabólica é uma combinação de vários distúrbios metabólicos juntos.
Também conhecida como síndrome de resistência à insulina, por sua, como o nome já adianta, resistência ao hormônio, ela traz grandes chances do paciente desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC (derrame cerebral), se não for tratada adequadamente.
Fazem parte, da síndrome metabólica, o pré-diabetes e diabetes, aumento de triglicérides e ácido úrico, redução do colesterol bom (HDL) e hipertensão arterial, bem como apnéia do sono e até mesmo disfunção erétil (nos homens).
De que forma começa a síndrome metabólica
Tudo começa com o aumento de gordura na região do abdômen, a chamada gordura visceral, que se acumula, inclusive, no fígado.
A gordura visceral provoca uma inflamação crônica, que “atrapalha” a ação da insulina, o hormônio responsável pelo controle da glicose, e provoca, portanto, a resistência à insulina.
Desta maneira, o pâncreas, nosso órgão responsável pela produção de insulina, produz mais insulina para tentar vencer essa resistência e manter os níveis de glicose normal.
Mas acontece que o “tiro sai pela culatra”.
Isso porque a insulina é um hormônio que promove mais acúmulo de gordura visceral, e com isso, aumenta ainda mais a resistência à insulina.
No fim, o que temos, é praticamente um ciclo vicioso que se alimenta de si mesmo, com um distúrbio desencadeando o outro.
Existe idade certa para desenvolver a síndrome?
A síndrome metabólica pode ser desenvolvida mesmo na infância e na adolescência, mas, geralmente, acomete pessoas na faixa dos 50 anos, principalmente homens.
Mas tome cuidado: mulheres com a síndrome dos ovários policísticos e que já entraram ou passaram pela menopausa também correm o risco de desenvolvê-lá, em especial pelo fato de estarem mais suscetíveis ao acúmulo de gordura abdominal citado no início do texto.
Leia também: Gordura no fígado pode ser ocasionada pela síndrome metabólica
Como tratar a síndrome metabólica
A base do tratamento da síndrome metabólica é a perda de peso, com controle da resistência à insulina.
Além disso, uma dieta balanceada e aliada à prática de exercícios físicos é extremamente recomendada.
Para quem fuma e consome bebidas alcoólicas, a recomendação é parar ou, ao menos, evitar ao máximo.
O uso de medicamentos também pode ser indicado pelo médico ou médica, a depender de cada caso.
Na dúvida, consulte o seu médico endocrinologista de confiança para melhores orientações.
Para finalizar
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