3 efeitos do diabetes no cérebro
O diabetes pode causar alterações hormonais, pé diabético, perda de peso, disfunção erétil, vontade excessiva de urinar, entre vários outros sintomas.
Mas você sabia que a condição pode afetar também o nosso cérebro?
Em comemoração ao Dia Mundial do Cérebro, celebrado em todo 22 de julho, reuni aqui 3 efeitos da doença no órgão.
Continue lendo para saber mais!
3 efeitos do diabetes no cérebro
1) Aceleração do envelhecimento cerebral
Um dos efeitos que o diabetes pode causar no cérebro é a aceleração do seu envelhecimento.
Ao longo dos anos, diversos estudos já compararam a atividade cerebral de pessoas com e sem diabetes, e o que foi observado é que a condição acelera a neurodegeneração, um processo onde nossos neurônios vão se degenerando, como o nome pode adiantar, bem como suas funções no sistema nervoso central vão ficando comprometidas.
Vale pontuar que um envelhecimento cerebral normal já pode interferir na regulação da glicose no corpo.
O que acontece quando o diabetes não está controlado e, portanto, os índices glicêmicos estão altos, é uma aceleração deste envelhecimento.
2) Queda da função cognitiva
As pesquisas também apontam para as alterações, causadas pelo diabetes, em nossas funções executivas, como pensamento flexível, memória operacional, velocidade de processamento e etc.
Estas alterações estão intimamente ligadas ao envelhecimento cerebral que citamos no tópico anterior, com os seus processos inflamatórios e com o seu estresse oxidativo o qual nosso cérebro também pode se submeter (quando com as taxas de glicose elevadas).
O estresse oxidativo ocorre a partir do desequilíbrio entre a geração de compostos oxidantes e a atuação dos sistemas de defesa antioxidante.
Leia também: Menopausa precoce e demência: entenda a relação!
3) Comprometimento da sinalização neural
Por fim, algo que é de conhecimento geral na classe médica é que a resistência à insulina no cérebro pode comprometer a sinalização neuronal, favorecendo o acúmulo de placas beta-amiloides e agravando processos inflamatórios crônicos.
Todos esses fatores também estão envolvidos na neurodegeneração já citada. É como se um efeito estivesse relacionado a outro.
Não à toa, os artigos científicos apontam para uma maior propensão de desenvolvimento de Alzheimer e demência nas pessoas com diabetes.
Como prevenir e/ou tratar os efeitos do diabetes no cérebro
Os danos causados pelo diabetes nos vasos cerebrais, neurônios e no cérebro como um todo podem ser prevenidos e/ou tratados, a priori, através de um bom controle das taxas glicêmicas.
Como sabemos, o diabetes não tem cura, portanto, a recomendação é sempre o acompanhamento médico junto a hábitos saudáveis de vida, como a prática de exercícios físicos, uma dieta equilibrada e rica em nutrientes, boas noites de sono, controle do estresse, entre outros.
A intervenção medicamentosa nem sempre será a solução e deverá ser avaliada de acordo com cada caso.
Por isso, não deixe de consultar o seu médico de confiança para a orientação de um tratamento adequado e personalizado.
Para finalizar
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