5 sintomas de cortisol alto no corpo
O cortisol alto ou hipercortisolismo é uma condição carregada no corpo de quase metade dos brasileiros, segundo apontam os estudos.
O que, para alguns, pode ser confundido como uma alta produtividade, pode, na verdade, significar algo muito mais sério, estando relacionado a altos níveis de estresse no corpo.
E isso requer a sua atenção, cuidado e diagnóstico adequado.
Vamos saber mais?
É só continuar a leitura!
O que é o cortisol
Produzido pelas glândulas supra-renais, dois focos de atendimento aqui do consultório, o cortisol é um hormônio conhecido como o “hormônio do estresse”.
Sabe o porquê?
Porque é ele quem regula o nosso metabolismo, o nosso sistema imunológico e, com isso, às respostas de tensão e estresse do dia a dia.
O cortisol também pode afetar a memória, a energia e disposição para lidar com a rotina, e a pressão arterial do paciente, sendo um hormônio fundamental para uma vida saudável e de bem-estar.
Quais são as causas do cortisol alto no corpo?
O cortisol alto ou hipercortisolismo, portanto, é uma condição onde o hormônio está em níveis mais elevados do que o necessário.
Vez ou outra, é até normal que o cortisol aumente.
O problema é quando isso se estende por períodos mais longos, ocasionando riscos e diversas outras questões e complicações à saúde.
As principais causas de cortisol alto no corpo incluem disfunções na hipófise ou nas glândulas supra-renais, hábitos de vida ruins, estresse crônico e uso excessivo de corticosteróides, como a prednisona, indicada para o tratamento de alergias, doenças respiratórias, autoimunes e outras.
Além disso, fatores de risco como alcoolismo, tabagismo, depressão, ansiedade, obesidade e diabetes contribuem, de igual maneira, para o aumento de cortisol no corpo.
Quais são os sintomas do cortisol alto no corpo?
Fora o que já citamos anteriormente, outros sintomas do cortisol alto no corpo incluem apetite descontrolado, dores musculares, distúrbios de sono, osteoporose, colesterol alto, disfunção erétil, alterações no ciclo menstrual, dificuldade de cicatrização e outros problemas dermatológicos, além da maior incidência de inflamações.
Na Síndrome de Cushing, o hipercortisolismo também provoca:
1) Aumento da pressão arterial
O excesso de cortisol faz com que os vasos sanguíneos se contraiam e o coração trabalhe com mais intensidade, elevando a pressão arterial, aumentando o risco de hipertensão crônica e, consequentemente, de problemas cardiovasculares graves.
2) Ganho de peso
Um dos sinais mais visíveis do hipercortisolismo é o acúmulo de gordura, especialmente na região abdominal, no rosto (deixando-o mais arredondado) e na parte superior das costas.
Isso ocorre devido ao aumento do número e volume das células de gordura nessas regiões.
3) Alterações no humor
Lembra da ansiedade e depressão, que coloquei como uma das causas do cortisol alto?
Elas também aparecem aqui como sintomas, afinal, o cortisol afeta diretamente o funcionamento do cérebro, provocando irritabilidade, ansiedade intensa e até episódios depressivos.
O paciente pode se sentir mais sensível emocionalmente, com oscilações bruscas entre tristeza e nervosismo, dificultando o controle das reações e o equilíbrio emocional no dia a dia.
4) Problemas de memória e concentração
Níveis elevados de cortisol por períodos prolongados prejudicam o hipocampo, região cerebral responsável pela memória e aprendizado, resultando em esquecimentos frequentes, dificuldade para se concentrar em tarefas simples e uma sensação constante de “névoa cerebral” (brain fog) que compromete a produtividade e a qualidade de vida.
5) Fadiga
Devido às alterações e distúrbios do sono, o cortisol alto causa também fadiga e esta não melhora com o descanso.
Quando em excesso, o hormônio desregula o ritmo natural do corpo, interferindo na qualidade do sono e na capacidade de recuperação muscular e mental.
Como tratar o cortisol alto no corpo?
O exame para avaliar os níveis de cortisol pode incluir amostras de sangue, urina ou saliva. Devemos fazer o diagnóstico diferencial entre hipercortisolismo endógeno, exógeno e casos de pseudo Cushing.
O seu tratamento deve ser indicado por um médico especialista, como o endocrinologista, e ser personalizado e individual, de acordo com cada paciente e a causa do hipercortisolismo.
Dependendo da causa, é possível fazer o uso de medicação e até mesmo alguma cirurgia pode ser recomendada.
Além disso, é muito importante a manutenção de hábitos de vida saudáveis no paciente.
Sono de qualidade, alimentação de verdade (com menos açúcar e ultraprocessados), exercício físico e técnicas de gestão emocional e controle do estresse já são um excelente começo para regular estes níveis.
Na dúvida, consulte o seu médico de confiança.
Para finalizar
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