Diabetes e inverno: o que tem a ver - Drª Flávia Tessarolo

Diabetes e inverno: o que tem a ver


Você sabia que as baixas temperaturas trazidas pelo inverno também podem influenciar no manejo do diabetes?

Sim, é verdade!

Para quem vive com a condição, o cuidado deve ser redobrado durante a estação e eu te conto o porquê neste post.

É só continuar a leitura!

O que pode acontecer com o nosso corpo durante o inverno?

O frio traz mudanças que vão muito além do desconforto causado pelas baixas temperaturas.

É comum que as pessoas passem mais tempo dentro de casa, reduzam a prática de atividades físicas, consumam alimentos mais calóricos e até bebam menos água. 

Tudo isso já interfere na saúde de forma geral, certo?

Além dessas mudanças de comportamento, o próprio organismo sofre adaptações para conservar o calor. 

Entre elas estão a contração dos vasos sanguíneos, que podem elevar a pressão arterial, ao aumento da rigidez muscular, a dores articulares, tremores, além de uma maior irritação das vias respiratórias e de alterações no metabolismo.

Somados, esses fatores podem impactar o equilíbrio do organismo e exigir ainda mais atenção de quem vive com condições crônicas, como o diabetes. 

É o que veremos com mais detalhes a seguir.

Quais as consequências do inverno para quem tem diabetes?

Se o inverno já provoca diversas alterações em pessoas sem condições crônicas, seus efeitos podem ser ainda maiores para quem vive com diabetes.

Durante os dias mais frios, o organismo faz um esforço maior para manter a temperatura corporal, o que pode causar elevação da glicemia, com alterações na resposta à insulina e um risco maior de complicações, a longo prazo, especialmente quando o diabetes não está bem controlado (descompensado).

Entre essas complicações estão a retinopatia diabética, que pode comprometer a visão; a nefropatia diabética, que afeta o funcionamento dos rins; e a neuropatia diabética, que prejudica o cérebro e é caracterizada por sintomas como formigamento, dormência, dores e perda de sensibilidade, principalmente nas mãos e nos pés, entre outros.

Essa redução da sensibilidade, somada à piora da circulação causada pelo frio, também aumenta o risco do pé diabético, favorecendo o surgimento de feridas que demoram mais para cicatrizar e podem evoluir para infecções.

Um perigo, não é mesmo?

A boa notícia é que esses impactos podem ser minimizados com alguns cuidados simples, que ajudam a manter a glicemia sob controle durante todo o inverno.

Como cuidar melhor do diabetes na estação

Apesar dos desafios que o inverno pode trazer para o manejo do diabetes, não há grandes segredos: o mais importante é manter a rotina de cuidados e somente redobrar a atenção durante a estação.

“Como posso fazer isso, Dra. Flavia?”, você pode estar se perguntando. 

É simples: basta continuar se alimentando bem, com uma dieta equilibrada, e fazendo os seus exercícios físicos de forma regular, mesmo que dê preguiça em alguns dias mais frios. 

Embora a sensação de sede diminua no inverno, o organismo continua precisando de água para funcionar adequadamente, então uma boa hidratação também é fundamental, viu?

Ah! E não se esqueça de continuar monitorando os seus níveis de glicemia, de manter a vacinação em dia, e sempre aquecer os pés e as mãos, combinado?

A sua saúde agradece! 

Na dúvida, consulte sempre o seu médico de confiança.

Para finalizar 

Agora que você já sabe tudo sobre diabetes e inverno, mande esse conteúdo para quem também precisa saber.

Você pode copiar e enviar o link para a pessoa ou clicar em qualquer um dos botões abaixo, de compartilhamento nas redes sociais Facebook, X (antigo Twitter) e Linkedin. 

É fácil e rápido!

Não deixe de marcar a sua consulta comigo se tiver mais dúvidas e/ou quiser tratar questões relacionadas à obesidade, diabetes, menopausa, tireoide, entre outras. 

Fale com a minha equipe pelas redes sociais no @draflaviatessarolo, pelo telefone (27) 3029-4243 ou pelo WhatsApp no número (27) 99954-3174.

Meu consultório fica na Rua das Palmeiras, 685, Sala 511, em Santa Lúcia, Vitória – ES.

Eu espero você, combinado? 

Ah! E eu também atendo online!

Muito obrigada pela leitura até aqui e até o próximo post!