Comer emocional: o seu prato reflete as suas emoções?
Você come as suas emoções?
O que você coloca no prato é reflexo de ansiedade, tédio, tristeza, estresse, euforia ou alegria?
“Como assim se eu como as minhas emoções, Dra. Flavia?”
Calma que eu te explico!
Vem comigo e acompanhe esta leitura até o final!
O que é o comer emocional
O comer emocional é algo sério e que se tornou ainda mais frequente durante a pandemia do coronavírus, entre 2020 e 2022.
É literalmente “comer as nossas emoções”.
Também chamado de apetite hedônico, este é o nome que se dá ao comportamento de se alimentar não por necessidade fisiológica real, mas como resposta a estados emocionais.
Ao contrário da fome física, que aparece gradualmente e pode ser saciada com qualquer alimento, a fome emocional surge de repente, é seletiva (geralmente por alimentos calóricos, doces ou ultraprocessados) e não desaparece mesmo depois de comer.
Afinal, não comemos apenas quando sentimos fome, quando nosso estômago começa a “roncar”. Comer dá prazer, isso é inegável.
No entanto, é preciso refletir sobre até que ponto o simples ato de comer pode ser perigoso.
Como saber se tenho comer emocional?
Com base no que foi dito anteriormente, te convido a parar para pensar em algumas situações que podem ser frequentes no seu dia a dia.
- Você está ansioso: procura um chocolate.
- Está alegre: procura um bolo confeitado.
- Está triste: pede um hambúrguer pelo iFood.
Se você busca a comida como resultado de suas emoções, fique atento(a)!
Você pode estar desenvolvendo o comer emocional e buscando o conforto que necessita no alimento.
Outros pontos que precisam ser analisados é:
Sua vida está girando em torno do comer relacionado a emoções?
Quanto de sua saúde física e emocional está comprometida por esse comportamento?
O perigo do comer emocional
O excesso de calorias ingeridas nos episódios de comer emocional, muitas vezes levam a sobrepeso, obesidade e suas doenças associadas, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial e aumento de colesterol e triglicérides.
Diante dessas situações, o médico precisa investigar o padrão alimentar daquela pessoa.
Se existe comportamento de apetite hedônico, ele precisa ser adequadamente diagnosticado e tratado.
Mais um motivo que reforça a importância da individualização do tratamento da obesidade, não é mesmo?
Dica da Dra. Flavia
Por isso, não siga a dieta ou use o medicamento do amigo ou parente porque foi bom para aquela pessoa.
Procure ajuda de um endocrinologista e siga o seu tratamento de forma adequada, sempre levando em consideração suas necessidades e particularidades.
Comer emocional tem tratamento e você não precisa passar por isso sozinho(a).
Entre em contato com a minha equipe e agende a sua consulta.
Para finalizar
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